RS recebe R$ 64 milhões para construção de 28 unidades de saúde via Novo PAC
O Governo Federal liberou, nesta sexta-feira (24), recursos integrais para o início imediato das obras de UBS e CAPS no estado; investimento nacional soma R$ 1,2 bilhão.
O Ministério da Saúde oficializou o repasse de aproximadamente R$ 64 milhões para o Rio Grande do Sul, destinados à expansão da rede pública de atendimento. O recurso, proveniente do Novo PAC Saúde, viabilizará a construção de 28 novas unidades, sendo:
– 24 Unidades Básicas de Saúde (UBS);
– 04 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).
Esta etapa faz parte de um montante histórico de R$ 1,2 bilhão liberado em parcela única para 26 estados, totalizando 541 novas estruturas de saúde em todo o Brasil.
Diferente de repasses parcelados, o pagamento foi realizado de forma integral (fundo a fundo), condicionado à emissão da Ordem de Serviço. Essa estratégia do Governo do Brasil visa eliminar gargalos burocráticos e garantir que as máquinas comecem a trabalhar imediatamente.
“É investimento que vira obra e atendimento que melhora a vida do povo. Onde faltava estrutura, estamos levando o SUS com rapidez e justiça social”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Impacto do Programa “Agora Tem Especialistas”
A construção dessas unidades no Rio Grande do Sul está conectada ao programa Agora Tem Especialistas. O objetivo é descentralizar o cuidado médico e reduzir as filas de espera para consultas e exames especializados, especialmente em regiões que enfrentam vazios assistenciais.
Números do Novo PAC Saúde no Brasil
Conforme informações do Ministério da Saúde, o investimento integra um plano robusto de modernização da infraestrutura hospitalar e primária:
Equipamento / Serviço
Meta Nacional (Até o momento)
Unidades Básicas de Saúde (UBS)
2.600 novas unidades
Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)
330 unidades
Ambulâncias do SAMU
4.800 veículos
Policlínicas
101 unidades
Ao todo, o Ministério da Saúde já destinou R$ 32,2 bilhões para obras e equipamentos, consolidando o Novo PAC como o maior programa de infraestrutura de saúde da história do país.
Benefícios Econômicos e Sociais
Além de ampliar o acesso à saúde pública de qualidade, a construção das 28 unidades no território gaúcho deve impulsionar a geração de emprego e renda local, fortalecendo a economia regional por meio do setor de construção civil e serviços de saúde.


