Gestão e Qualidade | 17 de julho de 2014

Aquisições e ampliações de R$ 1 bilhão no Rio e em São Paulo

Amil, Dasa e A.C. Camargo são as instituições investidoras
Aquisições e ampliações de R$ 1 bilhão no Rio e em São Paulo

A rede Amil (comandada pela americana UnitedHealth Group) está investindo US$ 250 milhões (cerca de R$ 550 milhões) na construção do Americas Medical City, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O complexo com dois hospitais é voltado principalmente ao público classe A, sendo constituído por cinco prédios e 72 mil m², além de um centro de treinamento e um prédio anexo com 250 consultórios.

O foco é tecnologia e tratamentos de ponta, tendo como especialidades do complexo o diagnóstico e o tratamento de doenças oncológicas, cardiologia, neurorradiologia intervencionista e pediatria.

Do total investido, 20% foi financiado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Cerca de R$ 100 milhões foram destinados a equipamentos. Os dois hospitais, cuja previsão de início do atendimento é setembro, terão 404 leitos. Serão compartilhados o centro de diagnósticos e o centro cirúrgico.

AC Camargo investirá R$ 450 milhões até 2018

O Hospital A.C. Camargo, referência paulista em oncologia, vai investir RS 450 milhões para ampliar em 60% o número de leitos até 2018. O projeto é construir três novos prédios, que atenderão a crescente demanda de pacientes. A instituição, que tem 520 leitos, está no limite da sua capacidade operacional.

O hospital, que é filantrópico, também trabalha com convênios na saúde suplementar, e aplicará capital próprio na ampliação. A receita total do hospital foi de R$ 832,1 milhões em 2013, alta de 30,7% em relação ao ano anterior.

CADE aprova aumento de participação na DASA

O fundador da Amil, Edson Bueno, teve aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) o aumento da sua participação na Diagnósticos da América (Dasa), que tem uma operação de análises clínicas em Porto Alegre, no Hospital Mãe de Deus. Nos termos de acordo imposto pelo Cade para aprovar o negócio, o Grupo Dasa se comprometeu a alienar ativos no Rio de Janeiro e a não realizar aquisições nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, entre outras obrigações.

Em fevereiro, Edson Bueno havia assumido o controle da Dasa, por meio de uma oferta pública de aquisição de ações (OPA), que movimentou em torno de R$ 1,79 bilhão, passando a controlar mais de 70%do capital da empresa.

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