Metade dos estudantes de medicina recorrem ao Google, não aos livros didáticos
Estudo demonstra que não só os pacientes utilizam o “Dr. Google”
Já é de conhecimento amplo que os pacientes consultam frequentemente o “Dr. Google” para buscar informações sobre sintomas, tratamentos, remédios e doenças. Uma outra pesquisa descobriu agora, que de fato, os estudantes de medicina também estão se voltando para o Google e sites médicos, mesmo antes de usar um livro.
Um levantamento da empresa norte-americana Merck Manuals (pertencente à indústria farmacêutica Merck), revelou que ao pesquisar tópicos médicos, quase a metade dos alunos (47%) procura respostas no buscador da empresa Google primeiro. Cerca de 83% dos entrevistados disseram, porém, que a credibilidade de uma fonte é um dos principais problemas que enfrentam ao buscarem informações médicas on-line. A amostra da pesquisa compreendeu 180 estudantes de medicina.
Alguns fatores que ajudam a reforçar esta prática dos estudantes, de acordo com o levantamento:
68% por cento dos estudantes receberam seu primeiro celular quando tinham 14 anos, então as ferramentas on-line estão enraizadas em seus hábitos de estudo.
Quase 1 em cada 3 acessa a internet ou usa um dispositivo móvel para procurar informações médicas mais de 20 vezes por dia.
Apenas 7% procuram primeiro um livro impresso para obter informações.
“Vivemos em um mundo de alta velocidade”, disse um dos estudantes que respondeu a pesquisa. “No tempo que gasto para caminhar até uma biblioteca, eu poderia ter baixado exatamente o que eu precisava no meu telefone”, completou.
Acesse o estudo (em Inglês) aqui