Hospital Moinhos reduz consumo de água com estabilizadores de vazão
Economia passa dos 4,8 milhões de litros em apenas três meses
Todas as torneiras, duchas higiênicas e chuveiros do Hospital Moinhos de Vento agora contam com um equipamento que reduz e estabiliza o fluxo de água e gera maior economia no consumo. Os antigos arejadores foram substituídos por estabilizadores de vazão em mais de 2,2 mil pontos na Instituição.
Até setembro, o consumo mensal médio de água do hospital era de 11 mil m³. Com a instalação dos estabilizadores, já houve uma redução média no consumo de 14.5% mensal – ou seja, 4.830 m³, o equivalente a 4,8milhões de litros em apenas três meses. A iniciativa, desenvolvida pelo Grupo de Gestão Ambiental da instituição, gerou até o momento uma economia de R$ 33.104,04 mil neste período.
Mesmo com a abertura de dois novos serviços no Hospital, com a instalação de 35 torneiras, 22 chuveiros e 33 caixas acopladas, o levantamento realizado até o momento mostra os resultados da iniciativa.
“Com os estabilizadores, não acontece aquilo de abrir uma torneira e respingar água para todos os lados. O jato é direcionado e o fluxo controlado. A queda de vazão em determinados pontos chega a 50%”, explica Rogério Almeida da Silva, responsável pelo projeto estratégico de gestão ambiental.
Segundo ele, o novo equipamento também ajuda a regular mais rapidamente a temperatura dos chuveiros. “Além disso, ajustamos a vazão de todas as caixas acopladas aos vasos sanitários. Nosso objetivo é reduzir o consumo na ponta, evitar o desperdício e assim colaborar para o desenvolvimento sustentável. A diminuição da despesa é consequência”, sustenta.
Economia de energia
Além dos cuidados relacionados ao desperdício de água, outras ações implementadas pela área de Engenharia e Manutenção da instituição tem gerado resultados significativos no consumo de energia elétrica. O edifício garagem teve uma redução média de 23.000 kWh/mês, se comparado com o mesmo período do ano passado. A economia gerada após a substituição de lâmpadas fluorescentes por LED, proporcionou diminuir R$14.000/mês o valor nos últimos três meses desde que a mudança foi iniciada em julho deste e concluída em agosto de 2015.
“Isso é muito mais significativo do que se imagina. Não se trata apenas de economia financeira, mas sim, de uma redução de aproximadamente 3,3 toneladas mês de carbono na atmosfera, chegando a 40 toneladas em um ano”, salienta o gerente da área de Infraestrutura Carlos Emilio Stigle Marczyk.