Empregabilidade e Aperfeiçoamento, Gestão e Qualidade | 5 de agosto de 2016

As 7 maiores deficiências de lideranças no sistema de saúde

Gestores apontam o que consideram o grande erro de um gestor
As 7 maiores deficiências de lideranças no sistema de saúde

O conselho editorial do portal Managed Healthcare Executive, elaborou uma lista (Top 7 leadership deficiencies in healthcare) com defeitos que podem atrapalhar o sucesso de um líder na área da saúde. Os especialistas do grupo apontaram disfunções e explicaram o motivo para considerar as falhas apontadas como sendo perigosas para o desenvolvimento de uma instituição. Os executivos fazem parte do conselho editorial do portal de notícias norte-americano, e desempenham funções em empresas de consultoria, hospitais e operadoras.

1 – Incapacidade para liderar uma equipe diversificada

“A maior disfunção de um líder é não saber lidar com a diversidade (idades, gênero, cultura) da força de trabalho e não saber como se comunicar efetivamente com todas essas pessoas diferentes”. – Perry Cohen, CEO da Pharmacy Group.

2 – Assuma que você não sabe certas coisas

“Líderes que param de ouvir para aprender e não aceitam novas idéias sufocam a criatividade, a inovação e, em última análise, a paixão nas suas equipes”. – Kevin Ronnenberg, vice-presidente e diretor médico da Health Initiatives.

3 – Não valorizar parcerias-chave

“Eu acredito que a disfunção de liderança mais prevalente hoje permanece sendo a incapacidade de se comunicar efetivamente, colaborar e estabelecer relações chaves nas relações funcionais. Com demasiada frequência, líderes se tornam tão excessivamente centrados na gestão do dia-a-dia de uma área, que deixam de reconhecer o enorme valor operacional e estratégico que pode ser alcançado ao dedicar um tempo para conhecer os seus pares em outras áreas e construir um ambiente de trabalho mais confiável e mutuamente benéfico”. – David Calabrese, vice presidente e diretor farmacêutico da OptumRx

4 – Resistir à mudança

“Em muitas organizações, há relutância em assumir riscos ou resistência à mudança. Historicamente os sistemas de saúde têm sido uma indústria conservadora e não é nenhuma surpresa que muitas ainda estão aderindo ao status quo”. – Douglas L. Chaet, vice presidente sênior da Independence Blue Cross.

 5 – Ter a mente fechada

“Demasiados líderes cercam-se de ‘câmaras de eco’ que sequer permitem fomentar a crítica produtiva e as ideias divergentes. Este pensamento ‘do meu jeito ou nada’ (my way or the highway) fomenta organizações que são frequentemente caracterizadas pelo baixo moral, não-adaptação às tendência de mercado e, na pior hipótese, problemas graves de conformismo”. – Don Hall, diretor da DeltaSigma LLC.

 6 – Ser avesso a arriscar

“Isso não é necessariamente uma disfunção de liderança, mas uma incapacidade de os planos adotarem modelos de pagamento baseados em valor, tal como acontece com o modelo pacote de serviços. Muitos prestadores de serviços – médicos, hospitais/clínicas – estão interessadas em seguir tais modelos mas os planos precisam avançar, assim como empresas de dispositivos, diagnóstico e farmacêuticas precisam ser colaboradores (dividir os riscos), e não apenas vendedores”. – Joel Brill, Diretor médico da Predictive Health, LLC.

 7 – Ser intimidador e mente fechada

“Bons líderes criam ambientes onde as pessoas são incentivadas a assumir riscos e promover ideias que às vezes não darão certo. Por outro lado, liderança disfuncional cria um ambiente punitivo onde as pessoas não são encorajadas a falar o que pensam. Acho que ter muitos pontos de vista ajuda a pensar através de todas as opções. Quero que a equipe se sinta livre para promover ideias, mesmo que possam eventualmente serem descartadas ou não. Algumas terão sucesso e serão de grande benefício para os nossos planos”. – Margaret Murray, CEO da Association for Community Affiliated Plans.

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