ONA assina termo de cooperação técnica com a JOINT COMMISSION OF TAIWAN
Acordo firmado em Dublin, durante conferência da ISQUA, prevê publicações, cursos, webinars e intercâmbio em qualidade e segurança do paciente.
A ORGANIZAÇÃO NACIONAL DE ACREDITAÇÃO (ONA) assinou nesta quarta-feira (30) um Termo de Cooperação Técnica com a JOINT COMMISSION OF TAIWAN (JCT). O acordo foi firmado em Dublin, na Irlanda, durante a 42ª Conferência Internacional da INTERNATIONAL SOCIETY FOR QUALITY IN HEALTH CARE (ISQUA), a Sociedade Internacional para a Qualidade na Saúde, que se encerra hoje.
A cerimônia reuniu os presidentes das duas organizações: o dr. Fábio Leite Gastal, pela ONA, e o dr. Shan-Chwen Chang, pela JCT.
O que prevê a cooperação técnica da ONA com a JCT
Pelo termo, ONA e JCT vão realizar ações conjuntas em diferentes frentes: publicações, programas educacionais, cursos, webinars, eventos e outras atividades de intercâmbio técnico e científico.
Em comunicado divulgado pela ONA, Gastal destacou o alcance da parceria: “Reconhecemos o valor desta cooperação internacional, que possibilitará o intercâmbio de conhecimentos e de práticas inovadoras relacionadas à qualidade em saúde e à segurança do paciente. Será uma oportunidade para as duas organizações ampliarem suas perspectivas e contribuírem para a evolução das práticas na área”.
]
Troca de experiências e o impacto para as instituições brasileiras
Para Péricles Góes da Cruz, superintendente técnico da ONA, o intercâmbio pode refletir diretamente nos métodos de avaliação. “A aproximação entre organizações de diferentes países amplia nossa capacidade de aprender com experiências distintas e incorporar novas perspectivas aos processos de avaliação e melhoria da qualidade em saúde”, afirma, no mesmo comunicado.
Gilvane Lolato, gerente de Operações da ONA, relaciona a parceria ao aperfeiçoamento contínuo da acreditação no país: “Essa troca de experiência ganha ainda mais relevância diante da necessidade permanente de aperfeiçoar os procedimentos de acreditação. É um ganho muito grande para as instituições de saúde brasileiras e, consequentemente, para os pacientes”.