Gestão e Qualidade | 5 de julho de 2018

Alternativas de novos modelos de remuneração são debatidas por Grupo Técnico na FEHOSUL

Entidade e seus representados desenvolvem desde 2017 análises sobre modelos de pagamentos baseados em valor
Alternativas de novos modelos de remuneração são debatidas por Grupo Técnico na FEHOSUL

No dia 4 de julho, ocorreu um novo encontro do Grupo Técnico de Estudo dos Novos Modelos de Remuneração, na sede da Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Rio Grande do Sul (FEHOSUL). A reunião é uma iniciativa da FEHOSUL e Associação dos Hospitais do Rio Grande do Sul (AHRGS). O grupo de técnicos foi designado pelos dirigentes dos hospitais integrantes dos respectivos quadros sociais. Este foi o segundo encontro do grupo em 2018 (o primeiro ocorreu no dia 16 de março). Em 2017, foram realizados quatro: nos dias 17 e 24 de novembro, e nos dias 7 e 15 de dezembro.

Os representantes dos hospitais e demais instituições estudaram indicadores viáveis para serem utilizados em um novo modelo de remuneração da prestação de serviço das atividades ambulatoriais.

De acordo com o diretor executivo da FEHOSUL, Dr. Flávio Borges, as mudanças sugeridas visam remunerar adequadamente a prestação de serviço de modo diferente do estabelecido atualmente, em que muito da remuneração e das margens (mesmo que pequenas) existentes são decorrentes de insumos, medicamentos, materiais, órteses e próteses.

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“O que queremos é que a prestação de serviços seja devidamente valorizada. Isso implica em remunerar melhor as taxas, diárias, prestação de serviço, assistência, que estão extremamente defasadas”, ressaltou o diretor executivo da FEHOSUL.

As propostas com mudanças foram debatidas pelos participantes. Cada instituição presente comprometeu-se a fazer esse exercício e trazer a sua proposta para a nova reunião do Grupo Técnico, marcada para a próxima quarta-feira (11 de julho).

No próximo encontro, serão debatidas as alternativas trazidas por cada uma das instituições. “Cada instituição tem o seu perfil próprio de atendimento, assistência e complexidade. Não podemos comparar instituições de alta complexidade, com procedimentos complexos, com instituições que praticam uma atividade não tão complexa. Depois de debatermos as propostas de cada uma, vamos compor uma proposta única, mas que observe as diferenças de complexidade, e que observem se a atividade é hospitalar ou ambulatorial”, explicou o Dr. Flávio Borges.

Estiveram presentes as seguintes instituições: Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Hospital Moinhos de Vento, Hospital Ernesto Dornelles, Hospital Mãe de Deus, Hospital Divina Providência, Hospital São Lucas da PUCRS (todos de Porto Alegre), Hospital de Caridade de Erechim, Hospital de Caridade Dr. Astrogildo de Azevedo (Santa Maria) e Hospital Tacchini (Bento Gonçalves). 

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