Gestão e Qualidade | 29 de junho de 2018

Fêmina é referência em fertilização in vitro pelo SUS da Região Sul do país

Os atendimentos são feitos exclusivamente via encaminhamento da rede de saúde
Fêmina é referência em fertilização in vitro pelo SUS da Região Sul do país

O Hospital Fêmina possui o único serviço para tratamentos de reprodução assistida feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS) da Região Sul do Brasil, atendendo pacientes do Estado do Rio Grande do Sul.

Já para entrar no programa de Reprodução Humana do Hospital Fêmina, o casal deve consultar no posto de saúde e não pode ter mais de 35 anos. Não pode ter nenhuma doença infectocontagiosa como HIV, hepatite B ou C ou HTLV. Além disso, o casal tem direito ao uso de seis ciclos de coito programado, quatro ciclos de inseminação intrauterina e três ciclos de fertilização in vitro.

Procedimento no laboratório

Procedimento no laboratório

 

O Hospital Fêmina, do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), realiza o procedimento de fertilização in vitro (FIV) desde 2012, os atendimentos são feitos exclusivamente via encaminhamento da rede de saúde. São realizados pela instituição com atendimento 100% SUS, em torno de 80-100 ciclos de inseminação intrauterina (IIU) e 100-120 ciclos de FIV por ano. Em 2017, foram feitos 80 ciclos de IIU e 100 ciclos de FIV.

Equipamento utilizado no Laboratório de Fertilização In Vitro do Hospital Fêmina.

Equipamento utilizado no Laboratório de Fertilização In Vitro do Hospital Fêmina.

 

Atualmente, existem em torno de 400 casais na lista de espera. O tempo de espera entre a primeira consulta e a FIV é em torno de três anos. Para os outros tratamentos não há fila de espera. “O casal só arca com o custo das medicações para indução de ovulação”, disse a ginecologista Andrea Nácul, responsável técnica pela unidade do Fêmina.

“A Unidade de Reprodução Humana do Hospital Fêmina presta um serviço inestimável para as famílias gaúchas atendidas pelo SUS. A diretoria do Grupo Hospitalar Conceição está empenhada na busca de recursos para ampliação do atendimento, modernização e manutenção das atividades da unidade, que já gerou mais de 200 vidas de bebês do Rio Grande do Sul”, reforçou Mauro Sparta, diretor técnico do GHC.

 

Com informações Grupo Hospitalar Conceição. Edição Setor Saúde.

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