Prematuros correm maior risco ao necessitarem de sedação/anestesia
Risco continua até 23 anos de idade, segundo estudo
Após análises estatísticas, bebês e crianças nascidas prematuras apresentaram taxas maiores de eventos adversos (14,7% versus 8,5%) em comparação com crianças nascidas a termo. A análise revelou um padrão bifásico para o desenvolvimento de eventos adversos à sedação/anestesia. Eventos adversos respiratórios e de vias aéreas foram mais comumente relatados. Exames de ressonância magnética foram os procedimentos mais realizados em ambas as categorias de pacientes.
Concluiu-se que os pacientes nascidos prematuros são quase duas vezes mais propensos a desenvolver eventos adversos durante sedação/anestesia e esse risco continua até 23 anos de idade. Os pesquisadores recomendam a obtenção da história do nascimento, durante a formulação de um plano de anestesia /sedação, com maior consciência de que prematuros e crianças nascidas prematuras podem estar em risco aumentado.