Mundo | 30 de dezembro de 2014

Os homens são mais idiotas do que as mulheres?

Curioso levantamento foi publicado na edição especial de Natal da revista British Medical Journal
Os homens são mais idiotas  do que as mulheres?

Em sua edição especial de Natal, a revista British Medical Journal reuniu algumas das pesquisas mais absurdas realizadas ao longo de 2014. O destaque do ano ficou com uma equipe do Instituto de Medicina Celular da Universidade de Newcastle (Reino Unido) e seu estudo científico que confirma a idiotice masculina.Os homens são mais propensos que as mulheres a sofrer lesões acidentais e desportivas, assim como são as maiores vítimas de acidentes de trânsito, com maior probabilidade de um final fatal. Esta diferença entre os sexos pode ser explicada por fatores culturais e socioeconômicos, pois na maioria das vezes eles praticam esportes de risco ou têm trabalhos perigosos. No entanto, há o fator chamado de “risco idiota”, um risco inútil, sem recompensa e que geralmente termina mal.

O trabalho chama-se Teoria da Idiotice Masculina (MIT na sigla em inglês). Muitos estudos já haviam apontado que os homens são mais propensos a correr riscos, mas na maior parte dos casos há uma contrapartida. Mas a recente investigação traz provas para sustentar a hipótese de que os homens também são mais predispostos a comportamentos arriscados quando não há nenhum benefício.

Um dos responsáveis pelo levantamento, Dennis Lendrem, da Universidade de Newcastle, destacou que “muitas das diferenças nos comportamentos arriscados, internações em urgências e mortalidade podem ser explicadaspelo fato de que os homens são idiotas, e idiotas fazem coisas estúpidas”. Para comprovar esta teoria, os investigadores analisaram 20 anos de dados do Darwin Awards, prêmios atribuído às mortes mais absurdas ocorridas no mundo. Ganharam destaques casos como o do homem que morreu tentando viajar prendendo um carrinho de supermercado a vagão traseiro de um trem, ou o do homem que deu um tiro na cabeça para mostrar a um amigo que a arma era real. Há ainda o caso de um terrorista que enviou uma carta-bomba sem a quantidade necessária de selos e a carta retornou ao remetente, que abriu o envelope e morreu na explosão.

Dos 318 casos relatados considerados válidos, 88,7% (282) tinham homens como protagonistas e só 11,3% mulheres (36). Os investigadores admitiram perplexidade perante a disponibilidade masculina para correr riscos desnecessários – como um ritual de passagem ou para impressionar amigos, por exemplo.

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